História

tithistoria

Fonte: IEPHA

 

 

 


Limitando o vasto horizonte que se descortina desta capital pelo lado nascente,
a bella Serra da Piedade orla uma paisagem encantadora,
que se nos offerece diariamente á vista
e arranca interjeições de admiração a todos que a contemplam,
mormente ao despertar da aurora.
Aquelle pico, emergido das serranias
e podendo ser avistado de mais de uma dezena de léguas em derredor,
serviu de referencia aos primeiros bandeirantes que,
há cerca de 240 anos, penetraram esses sertões,
então desconhecidos e quase inaccessíveis,
a principio a cata de índios que escravizavam e depois á procura de ouro…

 

 

A Serra da Piedade, um dos picos mais elevados da cordilheira do Espinhaço, com altitude de 1.783 metros, localiza-se no município de Caeté, divisa com Sabará. Sua história está estreitamente ligada a ocupação do território mineiro, como um dos mais significativos referenciais utilizados pelos primeiro aventureiros em busca de ouro.

 

Sua vocação mística iniciou-se a partir da lenda da menina muda de nascença, que avistando no alto da Serra da Piedade, a figura da Virgem com Jesus em seus braços, começou a falar, contando o ocorrido. Nossa Senhora reapareceu várias vezes para a menina, que, muito piedosa, foi curada .

 

A lenda da aparição da virgem cativou o fidalgo português Antônio da Silva Bracarena, rico oficial de cantaria que decidiu construir uma capela em homenagem à Nossa Senhora, no alto da Serra da Piedade. A ereção do templo iniciou-se a partir de setembro de 1767 , sendo que um de seus sinos data de 1770. A imagem de Nossa Senhora da Piedade , que segundo alguns autores veio da cidade do Porto, se encontra ainda hoje no altar-mor da igreja.

 

Após a morte de Bracarena, o Santuário foi habitado por ermitões, que viviam a rezar e a esmolar para as obras da capela. No inicio do século XIX, Padre Gonçalves Pereira, vigário de Roças Novas, resolveu tomar para si a tarefa de cuidar do templo. Nos fins de semana, autorizado pelos proprietários, subia a Serra com escravos para meditar. Esses rituais e a devoção do padre perduraram pelos cinqüenta anos em que permaneceu à frente do Santuário e passaram a atrair multidões de devotos.

 

O Bispo D. Frei da Santíssima Trindade, que visitou a região em 1824, testemunhou o carisma do Padre Gonçalves:

 

… no arraial desta capela assiste o padre José Gonçalves Pereira, que noutros tempos foi capelão da capela de Nossa Senhora da Piedade, colocada na eminência de uma serra distante da de Madre de Deus légua e meia, cuja capela é muito devota; a ela corriam muitas pessoas de romaria e outras a fazer suas confissões gerais com aquele padre (…) que é instruído em matérias morais, não é menos nos conhecimentos de teologia mística e exemplar nos seus costumes e na obediência aos seus superiores; toda a sua aplicação é na direção d’almas (exercício e emprego que tanta falta se sente neste bispado) .

 

Durante o século XIX, devido a sua importância, a Serra da Piedade recebeu a visita de vários viajantes estrangeiros, destacando-se, dentre eles, Johann Baptist Von Spix, Karl Friedrich Philip Von Martius, George Gardner, o Barão Wilhelm Ludwig Von Eschwege, Auguste de Saint-Hilaire e Sir Richard Burton, que deixaram suas impressões sobre o local.

 

O viajante francês, Auguste de Saint-Hilaire, em 1818:

 

Pouco tempo após haver passado por Penha, entrei em matas, e, subindo sempre cheguei enfim a uma fazenda situada ao pé da Serra da Piedade, chamada Fazenda de Antônio Lopes. (…) A parada que fiz em casa desse velho permitiu-me percorrer a Serra da Piedade, estudar sua vegetação e observar o que essa montanha apresenta de interessante. Ela tem cerca de 5.400 pés de altura (acima do nível do mar), e acha-se situada a 4 léguas da cidade de Sabará. (…) Para atingir a Serra dá-se uma grande volta; mas pode-se chegar ao cimo mesmo a cavalo. Atravessam-se então terrenos outrora cultivados e hoje cobertos de matas. São matas do tipo capoeirão, que sucedem às capoeiras, mau grado não ter encontrado nelas nenhum dos arbustos que compõem as capoeiras. Logo que se sai das matas de que venho a falar, começasse a subir uma encosta firme; o terreno é todo ferro; rochas mostram-se aqui e acolá; não se depara nenhuma fonte e a vegetação, muito fraca não apresenta se não arbustos, subarbustos e ervas. (…) A montanha termina por uma pequena plataforma, de onde se descobre o mais extenso panorama que me foi dado apreciar depois que me acho na Província de Minas…

 

No alto da Serra da Piedade foi construída uma capela muito grande, contra qual apoiaram à direita e à esquerda, edifícios onde residem os eremitas da montanha e os peregrinos que a devoção leva a esse lugar. Todas essas construções são de pedra e datam de 40 anos atrás. Em frente à capela vêem-se rochedos, no meio dos quais foram colocadas cruzes destinadas aos “passos” que se celebram a semana santa. (…) À capela da Piedade pertencem uma fazenda e algumas terras situadas ao pé da montanha…


O viajante escocês, George Gardner, em 1840:

 

No extenso norte desta planície há uma pequena igreja chamada Nossa Senhora da Piedade. (…) Deixando os cavalos perto da igreja, subimos o mais alto pico, que é de natureza rochosa e coberto pela vegetação de pequenas orquídeas e Tillandsia. (…) Somente pelas onze horas, quase duas depois de atingirmos o cimo, começaram as nuvens a dispersar-se, descortinando-nos então de todos os lados extenso panorama da região, que é toda muito montanhosa, exceto ao oeste, onde se apresenta a zona plana do sertão. Não obstante a magnificência da vista que se alcança deste ponto, faltava o prazer que deriva de contemplar do alto uma região populosa e ricamente cultivada. Apenas poucas casas se avistavam; a Vila de Santa Luiza, a seis léguas para o sul, era a única que se via, estando as outras ocultas pelas montanhas circundantes. Dois dos mais proeminentes objetos que atraem os olhos são as serras de Cocais e Caraça. Esta última, a mais alta, a umas oito léguas na direção do nordeste.


O viajante inglês, Richard Curton, em 1860:

 

Essa enorme crista ergue-se à nossa esquerda, com proeminência e serrotes, blocos e contorções de tortuosa ardósia micácea, apoiando-se em carvão-ferro avermelhado, óxido em sua maior parte, e extremamente abundante; aqui está, de fato, o contraforte setentrional de cadeia cujo contraforte meridional tínhamos visto em Itabira do Campo. A vegetação forma um revestimento de capim fino e um mato baixo e acinzentado. A melhor subida é por leste, via Caeté; a encosta ocidental tem um caminho, mas muito íngreme e perigoso. No alto, a duas léguas e um quarto de Sabará, eleva-se uma capelinha branca, a brilhar como uma pérola ao sol; notada de muito longe, será muito útil aos agrimensores. A Piedade, como o Caraça e o Itacolomi, iniciou a vida civilizada com seu eremita; logo a cela transformou-se em uma igreja, e posteriormente, D. João VI presenteou-o com uma fazenda contígua, como propriedade alodial “in perpetuum”. Muitos peregrinos ainda a visitam, e oferecem velas a essa “capela livre, privilegiada e manumissa”.

 

Em 1875, após assumir a Paróquia de Caeté, Padre Domingos Evangelista Pinheiro fundou a Irmandade leiga de Nossa Senhora da Piedade, visando proteger e gerenciar o Santuário, além de construir um asilo de órfãs. Através de concessão do Papa Pio IX, em fevereiro de 1876, o Padre Domingos conseguiu licença para criar um jubileu anual, no mês de agosto, e obter a graça de privilégio para o altar-mor da Capela em favor das almas do purgatório.

 

A Paróquia e Reitoria do Santuário foram concedidas aos Dominicanos em 1952, e o Padre Rosário Joffily, que lá residia desde 1949, passou a ser o seu reitor.

 

Em junho de 1955, Frei Rosário preocupado em preservar o patrimônio histórico, artístico e paisagístico da Serra da Piedade solicita ao Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e sua inscrição nos Livros de Tombo:

 

Junto à Igreja e fazendo corpo com ela, existe uma residência, o que é raríssimo no Território das Minas. O Caraça, transformando-se em Colégio, tornou-se mais conhecido; a ermida da Piedade é mais atingida e não menos interessante, sobretudo depois que a capela do Caraça foi substituída por uma igreja gótica (!). A licença para o funcionamento do culto, encontrada pelo Monsenhor Trindade nos arquivos de Mariana e publicado na revista do Patrimônio, é de 1767. D. Joaquim Silvério, que em seu livro “Sítios e Paisagens” narra pormenorisadamente o que poude ler e ouvir, desconhecendo este documento, fala que a grande imagem de Nossa Senhora da Piedade, em cedro europeu, de rude e bela talha, bem conservada quanto a madeira ainda que desfigurada por recente pintura, veio do Porto em 1750.

 

Depois de retirado todo reboco da construção para estudo, a pedido do arquiteto do Patrimônio, apareceu sinal de capela mais simples, sem torre, que teria sido incorporada à Igreja de 1750. O sino é de 1760.

 

A Serra da Piedade ela própria (Itaberabassú dos Bandeirantes) é um monumento singular. Eleva-se a mais de 1800 metros, com seus enormes blocos verticais. Do seu cume descortina-se panorama imenso, dos mais vastos no Brasil. Esta Serra que ajudou a fazer nossa história, pois o seu perfil muito característico era ponto de referencia seguro para os descobridores, é hoje mestra dessa mesma historia, pois agrada a todos e principalmente aos colegiais têr debaixo dos olhos, juntamente com as antigas cidades de Minas, os diversos sítios por onde passou Borba Gato, onde começou e findou a guerra dos emboabas, etc. etc.

 

É um fato, as estradas, que abrem nossas belezas naturaes ao publico, trazem freqüentemente a devastação. A Serra da Piedade não possue minério de ferro de primeira qualidade e a canga comum existe em lençóis mais finos do que na cordilheira que a prolonga. A estrada que o atual arcebispo de S. Paulo, o Cardeal Motta, há 26 anos construiu, ligando um asilo de orfans a Caeté, determinou uma mineração inquietante na base da Serra. Justamente porque as jazidas são finas, a destruição se estende rapidamente. Agora, em colaboração com o Departamento Nacional de Estradas e Rodagem, foi iniciada uma estrada até o alto; um terço está construída. É o momento de preservar este nosso patrimônio histórico-religioso, de interesse paisagístico, poderíamos dizer a pequena e a grande distancia, de um desfiguramento irreparável, justamente no momento em que a estrada para o alto ligado à grande rodovia nacional BR.31, também em construção, vae coloca-la a trinta e poucos quilômetros de Belo Horizonte.

 

É muito desejável que o reflorestamento agora iniciado, não sem grande sacrifício, em colaboração com serviço correspondente do Mistério da Agricultura – trabalho impossível de crear sem a ação do tempo e fácil de aniquilar – fique a salvo de futuras depredações, ruinosas sob todos os pontos de vista. As matas do Caraça, insensatamente vendidas são, mais uma vez, lição viva e atual. A 1450 metros, onde começam as nascentes e o solo permite arborização, está começada uma casa de férias para estudante e operários.

 

Grandes brasileiros de hontem e hoje – é do conhecimento do Exmo. Sr. Diretor do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, – tiveram e teem na maior estima a igreja e a Serra da Piedade, e nela discerniram um elemento muito característico da nossa terra, assim dizer um traço mais sensível na fisionomia das nossas montanhas. De modo que a Serra é alguma cousa que tem o poder de ir fixando a tradição e deve ser amparada pelo órgão encarregado de velar por ela.

 

Por estes motivos, como responsável pela administração deste patrimônio – territorialmente bem definido, com marcos cravados na rocha – convicto de que se trata de um bem religioso e cultural no sentido mais amplo do temo, queremos vê-lo ao abrigo de qualquer destruição ou deformação e aceitamos, para este fim e nos termos da lei a tutela do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Em setembro de 1956, o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Santuário de Nossa Senhora da Piedade foi tombado pelo IPHAN através do Processo de nº 526-T-55; Inscrição nº316, Livro Histórico, folha 53; Inscrição nº 16, Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, folha 04.

 

Dois anos depois, em novembro de 1958, a imagem de Nossa Senhora da Piedade do Santuário foi proclamada Padroeira do Estado de Minas Gerais, pelo Papa João XXIII; sendo posteriormente realizadas as solenidades da Consagração, em julho de 1960, em Belo Horizonte.

 

Em 1989, a Constituição Estadual, nos Atos das Disposições Transitórias, estabeleceu:

 

Artigo 84 – Ficam tombados par fins de conservação e declarados monumentos naturais os Picos do Itabirito ou do Itabira, do Ibituruna e do Itambé e as Serras do Caraça, da Piedade, de Ibitipoca, do Cabral e, no planalto de Poços de Caldas, a de São Domingos.
§1º – O Estado providenciará, no prazo de trezentos e sessenta dias, contados da promulgação de sua constituição, a demarcação das unidades de conservação de que trata este artigo e cujos limites serão definidos em lei.

Em setembro de 2001, a Serra da Piedade foi eleita “Símbolo de Caeté” por mais de 3.000 mil eleitores. O Plano Diretor de Sabará, aprovado pela Câmara de Vereadores em janeiro de 2004, definiu o Conjunto da Serra da Piedade como área de Interesse Ambiental II – AIA II.

 

A Assembléia Legislativa de Minas Gerais, aprovou em maio de 2004, a redação final do Projeto de Lei nº 1.174/2003, que propôs a regulamentação da delimitação da área de monumento natural da Serra da Piedade. Foram considerados os seguintes parâmetros abaixo relacionados, apresentados pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Ambiental – CODEMA de Caeté, que nortearam a delimitação do perímetro de proteção estabelecido pela Lei nº 15.178/2004:

 

1 – O parâmetro fundamental foi o tombamento federal do “Conjunto paisagístico e Arquitetônico do Santuário de Nossa Senhora da Piedade”, feito em 26/09/1956 pelo IPHAN – Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, restrito naquela época às áreas da mitra; e isso norteou todas as outras análises feita.
2 – No Município de Caeté, a delimitação foi baseada no art. 202, inciso I da Lei Orgânica, que considera tombado, para fins de preservação e declarado monumento natural, paisagístico e histórico
 “O conjunto cultural, arquitetônico, paisagístico e natural da Serra da Piedade a partir da cota de 1200 metros, dentro do município”. Observa-se que nesta área não há interferência direta com a ocupação humana urbanizada e com atividades econômicas.
3 – A importância natural, histórica, cultural, religiosa e paisagística da Serra da Piedade para Minas Gerais está relacionada com o conjunto da área proposta através dessa delimitação.
4 – No cume da área proposta estão o Santuário de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, o Observatório Astronômico pertencente à UFMG e os radares do CINDACTA, uma das unidades que controla o espaço aéreo. A delimitação para o Monumento Natura abrange o conjunto e o seu entorno.
5 – Foi também levado em conta que a maior parte da área proposta já é considerada área de preservação permanente pelas suas características de alta declividade, segundo a legislação florestal.
6 – Outro aspecto considerado importante para a delimitação do Monumento Natural, foi quanto aos recursos hídricos, pois nessa área encontram-se mais de 80 (oitenta) nascentes conhecidas, com águas de classe especial e classe 1, constituindo importantíssimos mananciais existentes e futuros para o abastecimento das populações das sub-bacias Caeté-Sabará e Ribeirão Vermelho, do Rio das Velhas, o que será imprescindível para os municípios de Caeté e Sabará e para o equilíbrio do ecossistema local.
7- O aspecto cênico mais significativo do conjunto paisagístico da Serra da Piedade, assim como a sua linha de perfil e alinhamento montanhoso, encontram-se dentro da delimitação proposta para o Monumento Natural da Serra da Piedade.
8 – É nessa porção da Serra da Piedade, caracterizada pela floresta estacional semi-decidual e pela vegetação rupestre e por um micro-clima próprio, que observa-se fauna e flora decorrentes. Segundo o documento “Biodiversidade em Minas Gerais – um Atlas para a as conservação”, a região da Serra da Piedade é de importância Biológica extrema, funciona como laboratório natural para a evolução dos anuros do sudoeste do Brasil e possui espécies da flora ameaçadas de extinção, além de espécies de bromélias endêmicas.
9 – No município de Sabará, a delimitação da Serra da Piedade a fazer parte do Monumento Natural foi baseada principalmente na necessidade de visibilidade e ambiência do bem tombado pelo IPHAN e as coordenadas propostas para essa região, a qual é visualizada vindo da Região Metropolitana de Belo Horizonte pela principal via de acesso (BR 381), tiveram como objetivo atender esse aspecto importante e imprescindível conferido ao tombamento.
10 – A Serra da Piedade, de acordo com o IGA, está localizada entre as coordenadas geográficas de 19º 55’ Lat. S, e 43º 50’ Long. W e a delimitação proposta correspondente a aproximadamente 39% do total do seu alinhamento montanhoso.

 

Em 16 de junho de 2004, o governador do Estado sancionou a Lei nº 15.178/2004, que define os limites de conservação da Serra da Piedade, conforme previsto pela Constituição Estadual.

 

 

PIRES, Antônio Olyntho dos Santos. A Serra da Piedade. Revista do Arquivo Publico Mineiro. Belo Horizonte: IMPRENSA OFICIAL, 1902, v.2, p.820.
PIRES, 1902, p.820.
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TRINDADE, Raymundo. Instituição de Igrejas no Bispado de Mariana. Rio de Janeiro: MÊS, 1945, p.303.
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GARDNER, George, 1812-1849. Viagem ao interior do Brasil, principalmente nas províncias do Norte e nos distritos do ouro e do diamante os anos de 1836-1841. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: USP, 1975, p.224.
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